1087525-large.jpg


EM DESTAQUE
Novo prémio de fotojornalismo em Mora

Tentaram ser herdeiros do Prémio Fotojornalismo Visão, que este ano não se realizou, mas acabam por se afirmar independentemente disso. Os primeiros prémios Estação Imagem/Mora, coordenados pelo fotojornalista Luís Vasconcelos, realizam-se já em 2010 e envolvem uma bolsa para projectos sobre o Alentejo. A presidente do júri, que será totalmente internacional, é Ayperi Karabuda Ecer, vice-presidente do departamento de Fotografia da Reuters. E que presidirá, em 2010, também ao júri do World Press Photo.

Quinta-feira, 22 de Março de 2012  

Fotojornalista deve ter sensibilidade nas suas captações

O fotojornalista deve ser sensível no acto de captação da fotografia que transporta para a componente jornalística, considerou hoje, sexta-feira, em Luanda, o delegado da RTP em Angola, Paulo Catarro.
Durante a sua explanação sobre “A imagem e o texto no fotojornalismo”, no primeiro congresso internacional sobre o poder de imagem no exercício da profissão, adiantou que um cidadão comum não consegue ter sensibilidade para compreender e transmitir aquilo que é a realidade e os factos noticiosos.
“Não se pode ser jornalista sem ter sensibilidade, pois a percepção dos movimentos e do real para que o jornalismo se transforme não apenas em uma arte estética, mas para que seja efectivamente o registo do acontecimento”, disse.
Acrescentou que inúmeras fotos que ficaram famosas foram porque o fotógrafo conseguiu captar no momento, mesmo não sendo fotos tecnicamente muito famosas, e foram essenciais para marcar muitas vezes o momento histórico.
Paulo Catarro informou que um fotógrafo da comunicação social é sempre os olhos do leitor, logo hoje não faz nenhum sentido ter uma publicação sem ter uma imagem para que se tenha uma absoluta noção da realidade.
Por sua vez, Luandino de Carvalho, director nacional de publicidade do Ministério da Comunicação Social, informou que a fotografia pode ser usada na publicidade e na propaganda o que diferencia ambas e seu objectivo.
“As diferenças entre ambas são muito estreitas. Por exemplo, na propaganda pode-se usar a imagem de uma forma em que o nosso objectivo não é à venda, transmitindo ideais de carácter meramente informativo, quanto a publicidade pode-se usar à imagem que tenha tida como vendável”, realçou.
Considerou que a propaganda tem objectivos que são comerciais mais que atingem um vasto público exactamente com o mesmo tipo de sentimento que a publicidade também faz de captar a emoção e os recursos da sensibilidade humana para o fim a que se propõe.
O primeiro congresso internacional sobre o poder de imagem no exercício da profissão, a ter lugar no auditório do Centro de Formação de Jornalista (CEFOJOR), conta com a presença de representantes da China, Portugal, Brasil, São Tomé, Cabo Verde, Moçambique, para além dos 160 participantes, provenientes das 18 províncias do país.
Durante o evento, que terminará hoje, sexta-feira, serão abordados vários painéis no sector e homenagem de alguns associados.
A realização do primeiro congresso enquadra-se nas festividades do primeiro aniversários da Associação do Repórteres de Imagem de Angola (Ária), assinalado a 31 de Janeiro último, facto que não se concretizou na altura, devido a integração de maior parte dos seus profissionais na cobertura do CAN2012, co-organizado pelo Gabão e Guine-Equatorial.

in Angola Press

Terça-feira, 20 de Março de 2012  

Fotojornalista João Silva agraciado com a "Ordem da Liberdade"

O repórter fotográfico português João Silva recebeu, na Embaixada de Portugal em Pretória, na África do Sul, a medalha da "Ordem da Liberdade", atribuida pelo presidente da República.
Filho de emigrantes portugueses na África do Sul, João Silva é fotojornalista ao serviço do "The New York Times" e perdeu as duas pernas em trabalho de reportagem no Afeganistão em Outubro de 2010.
Residente em Joanesburgo desde tenra idade, casado e pai de dois filhos, começou a fotografar para jornais regionais na Africa do Sul, vindo a trabalhar na cobertura fotográfica, ao serviço do matutino "The Star", dos mais violentos crimes cometidos pelas forças de segurança do apartheid.
João Silva parece não conhecer a metalinguagem da profissão que abraçou mas quem com ele partilhou momentos de grande tensão e violencia nos bairros negros de Joanesburgo, ou partilhou a angústia da tragédia de Boiapatong, reconhece a este repórter fotográfico, a frieza e precisão que necessita aquilo que substitui as palavras publicadas: a foto.

in Jornal de Notícias

Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012  

Samuel Aranda vence World Press Photo 2011


A foto de Samuel Aranda, tirada dentro de uma mesquita utilizada como hospital durante os confrontos entre polícia e manifestantes contrários ao regime do presidente Ali Abdullah Saleh, serviu de retrato simbólico da Primavera Árabe que inundou o Médio Oriente no ano passado, de acordo com o comunicado publicado pelo júri do prémio. "É uma fotografia que fala em nome de toda uma região. Representa o Iémen, o Egito, a Tunísia, a Líbia, a Síria, por tudo o que aconteceu n Primavera Árabe. Mas mostra um lado privado, íntimo, do que se passou. E mostra o papel que as mulheres tiveram, não apenas como prestadoras de cuidados, mas como pessoas ativas no movimento", escreveu Koyo Kouoh, um dos elementos do júri.
"É uma fotografia que fala em nome de toda uma região. Representa o Iémen, o Egipto, a Tunísia, a Líbia, a Síria, por tudo o que aconteceu n Primavera Árabe. Mas mostra um lado privado, íntimo, do que se passou." Koyo Kouoh, elemento do júri
Samuel Aranda, ex-fotógrafo da AFP, realizava um trabalho no Iémen para o jornal New York Times quando tirou a foto vencedora. Vai receber um prémio de cerca de 10 mil euros e uma câmara Canon de última geração.
O fotógrafo da AFP Yasuyoshi Chiba, conseguiu alcançar, por sua vez, o primeiro prémio na categoria "People in the News Singles", pelas suas imagens dos dias posteriores ao tsunami no Japão. Massoud Hossaini e Pedro Pardo, também da AFP, ficaram, respectivamente, com o segundo e terceiro lugar nas correspondentes categorias.
Hosaini conseguiu o segundo prémio na categoria "Spot News Singles" pela foto posterior a uma explosão numa cerimónia religiosa em Cabul, e Pardo obteve o terceiro lugar na "Contemporary Issues Stories" pelo seu trabalho sobre a guerra de cartéis de droga mexicanos em Acapulco.
De acordo com os organizadores, os 19 membros do júri passaram as últimas duas semanas a analisar as mais de 100 mil fotografias a concurso, tiradas por mais de 5 mil fotógrafos de 124 países.
Uma exposição itinerante com as fotografias premiadas vai ser inaugurada em Amesterdão no dia 20 de Abril, e depois vai viajar por mais de 100 cidades de todo o mundo a partir de Junho.
Criado em 1955, o World Press Photo pretende 'favorecer os padrões de qualidade mais altos no fotojornalismo e promover a livre troca de informações'.

Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012  

Workshop de Fotojornalismo na RESTART


A RESTART, Instituto de Criatividade Artes e Novas Tecnologias vai realizar nos dias 18 e 25 de Fevereiro um workshop de Fotojornalismo com o fotojornalista do jornal Expresso Jorge Simão. Os leitores deste terão um desconto de 20% no valor geral do workshop, basta dar indicação na secretaria da RESTART de que é leitor do mesmo.

 

"Por parte incerta" de Sara Wong e Marco C. Pereira

Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012  

A foto mais cara do mundo

"Reno II" é a fotografia mais cara alguma vez vendida em leilão. Foi arrematada por 4,3 milhões de dólares à leiloeira Christie's, em Nova Iorque


Uma fotografia panorâmica do Rio Reno, na Alemanha, foi leiloada em Nova Iorque, na terça-feira, e vendida ao valor mais alto de sempre - 4,3 milhões de dólares -.
"Reno II"é uma criação de Andreas Gursky, um aclamado fotógrafo alemão conhecido especialmente pelas suas paisagens fotográficas.
A imagem, de 1999, faz parte de um conjunto de seis fotografias, quatro das quais estão espalhadas pelo Museu de Arte Moderna em Nova Iorque e pelo Tate Modern, em Londres.
A Christie's, a empresa leiloeira, esperava angariar entre 2,5 a 3,5 milhões de dólares pela fotografia de 206 x 356 cm, mas acabou por conseguir 4,3 milhões, tornando-a na impressão fotográfica mais cara de sempre.
O nome do comprador da fotografia não foi revelado pela empresa do leilão.
O elevado valor da venda deixou para trás "Untitled#96" - a foto de Cindy Sherman - a mais cara vendida até então, por 3.9 milhões de dólares.

in Visão

 

A não perder...

Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011  

Debate sobre "Reportagem Fotográfica: Construção de uma Narrativa"

Quarta-feira, 6 de Julho de 2011  

Rodrigo Cabrita ganha prémio Gazeta

© Rodrigo Cabrita/Global Imagens

Rodrigo Cabrita, da Global Imagens, venceu o prémio Gazeta de Fotografia com uma foto publicada no "Diário de Notícias", captada na vigília que precedeu o funeral de José Saramago.
A foto vencedora, intitulada "Amor e sofrimento na hora do Adeus", é descrita pela organização do prémio como o momento "em que a figura jacente do escritor e o rosto de dor e ternura de Pilar compõem uma imagem bela, comovedora e, simultaneamente, de grande sentido jornalístico".
Rodrigo Cabrita é fotógrafo da Global Imagens, agência fotográfica do mesmo grupo a que pertence o "Diário de Notícias", "Jornal de Notícias", "Dinheiro Vivo" e TSF.
Noutras modalidades a concurso, o jornalista Carlos Júlio, da TSF, venceu o Prémio Gazeta de Rádio.
O jornalista Adelino Gomes, que ao longo dos seus mais de quarenta anos de carreira exerceu a profissão na rádio, televisão e imprensa, venceu o Prémio Gazeta de Mérito; a jornalista do "Público", Sofia Lorena, venceu o Prémio Gazeta de Imprensa; Ana Sofia Fonseca, da SIC, venceu o Prémio Gazeta de Televisão; e o Prémio Gazeta de Imprensa Regional foi atribuído ao semanário "Região de Leiria". O Prémio Gazeta Revelação foi atribuído à jornalista Clara Silva, do jornal "i".
Por ausência de trabalhos a concurso, não foi atribuído este ano o Prémio Gazeta Multimédia.

Segunda-feira, 25 de Abril de 2011  

Dois fotojornalistas premiados morrem na Líbia

O britânico Tim Hetherington, co-autor do documentário nomeado para um Óscar Restrepo e o norte-americano Chris Hondros, da Getty Images, morreram quarta-feira atingidos por um obus disparado pelas forças de Kadhafi.
O ataque ocorreu em Misrata, cidade no oeste parcialmente controlada pela oposição ao ditador Muammar Kadhafi, que se tornou nos últimos dias o epicentro da guerra civil líbia.
Hetherington e Hondros foram atingidos por um obus disparado pelas forças leais ao regime. Ambos foram transportados para um hospital, falecendo horas depois. No mesmo ataque, outros dois jornalistas ficaram feridos.
O britânico Tim Hetherington, que estava na Líbia ao serviço da Vanity Fair, era um repórter veterano que ficou mundialmente célebre pela co-autoria do documentário Restrepo sobre a guerra no Afeganistão, nomeado em 2010 para um Óscar da Academia. Hetherington, que também tinha passaporte norte-americano, trabalhou anteriormente para a CNN.
O norte-americano Hondros, fotógrafo internacionalmente premiado pela cobertura dos conflitos do Iraque e da Libéria, trabalhava para a Getty Images.
A guerra na Líbia já vitimou mortalmente quatro jornalistas. Há até ao momento registo de mais de 80 ataques contra profissionais da comunicação social.
«Já não se trata da guerra de Kadhafi contra o povo líbio. Isto é um ataque de kadhafi contra o mundo. Ele não poupa ninguém, nem mulheres, nem crianças, nem jornalistas», comentou o porta-voz rebelde Jalal al Gallal.

in Sol

Sábado, 16 de Abril de 2011  

Nelson d'Aires vence Estação Imagem 2011

Uma reportagem sobre um caso de «bullying» numa escola de Mirandela garantiu hoje ao fotógrafo Nelson Aires a conquista do principal galardão do Prémio Internacional de Fotojornalismo Estação Imagem/Mora, vencendo igualmente na categoria Série de Retratos.
O fotojornalista argentino Walter Astrada, presidente do júri deste prémio, destacou que o trabalho de Nelson Aires, «feito ao longo do tempo, acompanhando um tema noticioso», mostra «uma visão pessoal do fotógrafo», ao mesmo tempo que, «desde o princípio, dá a entender tratar-se de um assunto importante».
«Com esta escolha, o júri pretende mostrar que, cobrindo matéria noticiosa, também é possível criar uma história completa, bem editada e com um estilo pessoal. O trabalho vencedor mostra que, se o fotógrafo for perseverante, vai conseguir sempre montar uma boa história», sublinhou.

Diário Digital / Lusa

Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011  

Criança sobreviveu ao abutre, fotógrafo sucumbiu à dor


O fotógrafo sucumbiu ao arrependimento e suicidou-se. A opinião pública crucificou Kevin Carter, mas, 18 anos volvidos, sabe-se que a criança que parece prestar-se a servir de pasto ao abutre sobreviveu à fome e à guerra no Sudão.
Kevin Carter disparou, em 1993, no Sudão, a foto que lhe viria a custar a vida, paradoxalmente, eternizando o fotógrafo sul-africano na galeria dos maiores repórteres fotográficos de sempre, com um "frame" icónico, um retrato de uma tragédia que não precisa de uma sílaba sequer.
Quando fotografou aquela cena, em Ayod, no Sudão, em 1993, Kavin Carter terá visto, como quase toda a gente, na imagem de um abutre postado atrás de uma criança desnutrida, a metáfora perfeita para a fome que grassava, e matava, no Sudão.
Disparou e pouco depois entrou no avião. O New York Times publicou a foto, que em 1994 viria a ganhar o prestigiado prémio Pulitzer. Kevin Carter não suportou a glória de uma imagem que lhe recordaria a sua própria mortalidade, a sua própria face humana, que naquela tarde de 1993, no Sudão, se deixou dominar pelo brio profissional de capturar a imagem que melhor demonstrasse a tragédia que varria o Sudão. Conseguiu-o.
O Mundo viu, nessa foto, a morte e a fome, a morte pela fome. A opinião pública apressou-se a julgar e a condenar sumariamente a alegada frieza com que teria agido Kevin Carter, considerando que o fotógrafo poderia, e deveria, ter feito alguma coisa para salvar a criança. Kevin sentiu o mesmo e foi essa dor que o levou a pôr termo à própria vida, incapaz de suportar a ideia de não ter ajudado a salvar uma vida.

in Jornal de Notícias, 21 de Fevereiro de 2011

Sábado, 12 de Fevereiro de 2011  

Retrato de afegã mutilada vence World Press Photo


O concurso World Press Photo premiou na sua 54ª edição a fotografia tirada pela repórter fotográfica Jodi Beiber a Aisha, uma mulher afegã, vítima dos Taliban, a quem foi mutilado o nariz e parte da orelha e que fez capa da revista Time, em agosto passado.
Para além de ter ganho o grande prémio deste concurso internacional, o retrato de Bibi Aisha valeu ainda o prémio na categoria de Retrato.
"Esta pode ser uma daquelas fotografias - e nós temos talvez umas 10 durante a nossa vida - em que quando alguém diz sabes aquela fotografia com a rapariga....´e sabemos de imediato sobre qual estamos a falar", considerou David Burnett, presidente do júri do World Press Photo.
"É uma imagem extraordinária, uma fotografia diferente e assustadora. É muito para alem desta mulher em particular, mas sobre o estatuto das mulheres no mundo", adianta outro elemento do júri citado em comunicado oficial da WPP.
Aisha foi oferecida a um marido violento como forma de paga de uma divida de família Devido aos maus tratos tentou fugir de novo para casa. Como castigo o regime Taliban determinou que deveria ser desfigurada desta maneira.
Acabou por ser encontrada e ajudada por uma equipa norte-americana de cirurgiões que a levaram para os EUA para ser alvo de cirurgia reconstrutiva. Quando fez a capa para a Time tinha 18 anos.
A 54ª edição do World Press Photo 2010 premiou 56 fotógrafos, de 26 nacionalidades, em nove categorias diferentes. A edição deste ano bateu o recorde de participação, com 108059 fotografias, de 5847 fotógrafos, de 125 países diferentes a serem submetidos a concurso.

in Boas Notícias, 11 de Fevereiro de 2011

Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011  

Fotojornalista João Silva já deu os primeiros passos


O fotógrafo de guerra João Silva, um dos mais prestigiados, deu ontem os primeiros passos com as próteses que recebeu no Walter Reed Army Medical Center, em Washington, EUA, depois de em Outubro passado ter perdido as duas pernas após pisar uma mina no Afeganistão. João Silva estava em serviço para o New York Times.
“Sim, são grandes notícias”, diz o blogue de fotojornalismo Lens do New York Times sobre os primeiros passos dados ontem por João Silva.
O fotojornalista de origem portuguesa, a viver na África do Sul, só saiu a primeira vez do hospital há três semanas, para dar uma volta em cadeira de rodas por Washington, acompanhado por amigos e familiares. O fotógrafo foi submetido a várias cirurgias devido à amputação das pernas e a vários ferimentos que sofreu. Ontem, conseguiu voltar a pôr-se de pé.
“O terapeuta colocou-me as pernas e perguntou-me se eu gostava de andar. E lá fui eu. Devo ter-me posto de pé e fiz umas 20 vezes a rampa Não conseguia ficar satisfeito”, disse.
João Silva, um dos repórteres de guerra mais experientes do mundo, que já cobriu conflitos por todos os cantos do planeta, estava contratado pelo New York Times para acompanhar a guerra no Afeganistão quando sofreu o acidente, tendo continuado a fotografar depois de ter pisado a mina.

in Público, 9 de Fevereiro de 2011

Segunda-feira, 6 de Dezembro de 2010  

World Press Photo 2011

O World Press Photo 2011 já está com as inscrições abertas.
As inscrições, submetidas online através do site oficial, têm necessidade de uso de usuário e senha própria. Os trabalhos, entregues por esta via, podem ser enviados até 7 de Janeiro de 2011.
O prazo para inscrições é 13 de Janeiro de 2011, 23.59 Hora da Europa Central.

Click nº
Desde 26 de Novembro de 2004

* 7 ANOS *

IBSN: Internet Blog Serial Number 00-26-11-2004

Para receber informações sobre o Fotojornalismos insira o seu e-mail

Powered by NotifyList.com

Contacte-me

Gonçalo Lobo Pinheiro
Fotojornalista freelancer
Carteira Profissional nº 6890



Visite o meu site oficial

Apoie / Donate

    NIB

    0036 0012 99100022669 33

    IBAN

    PT50 0036 0012 9910 0022 6693 3

Projectos Paralelos

Parcerias e Colaborações

Blogs e Outros Sites

--------------------------------------------------
2 de Janeiro de 2006
Blog do dia no Diário de Notí­cias


--------------------------------------------------

Junte-se ao fotojornal


Photographers Direct - stock photography images

THE BOBs

Famous photographer

blog search directory

Blogarama - The Blog Directory

Photo Blog Blogs - Blog Top Sites

Divulgue o seu blog!

Estou no Blog.com.pt

PIXmania
400d
Ipod
GPS
TV LCD
Powered by Blogger
and Blogger Templates
Creative Commons License
2004 - 2010 FOTOJORNALISMOS - Todos os direitos reservados